[RESENHA] Um brinde aos que vão morrer - Tuca Hasserman
11:02 Gisele Dute 8 Comments Category : livros
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Um brinde aos que vão morrer
Tuca Hasserman
Autopublicação, 2015
300 páginas
SINOPSE:
Se existisse concurso para Miss Universo Manipulação, Quilly Jensen sem dúvida seria coroada.
Ela decidiu que se casaria com um homem rico e teria uma vida de rainha.
Obstáculo é uma palavra que Quilly Jensen traduz como oportunidade de aprendizado. Por isso, o fato de seu alvo – o advogado e empresário milionário Jorge Azevedo – ser casado e ter uma amante não a desencoraja nem por um segundo.
Li esse livro há uma semana e ele não irá sair da minha cabeça enquanto eu não fizer uma resenha, então vamos lá.
Quilly Jensen é uma protagonista inusitada. Na primeira linha do livro você já consegue perceber sua personalidade.
Desde adolescente ela colocou na cabeça que casaria com um velho podre de rico e viveria da melhor forma possível. Seus planos não a impedem de ir em festas, ficar com quem quiser e curtir sua juventude.
Com o desenvolver do livro, percebe-se o quão manipuladora ela é, principalmente enquanto ela tentar fisgar o Jorge, ainda mais porque além de esposa, ele ainda tem uma amante.
Mas a surpresa, para mim, não foi esse plot e sim o outro que surge mais ou menos no meio do livro.
A autora acrescenta uma outra narradora, a Fabíola, a melhor amiga da Quilly e essa se mostra uma pessoa extremamente reprimida e invejosa. A parti daí, o livro vira uma loucura! Acontecem tantas coisas e eu me vi lendo desesperadamente e o terminando no mesmo dia.
Foi uma leitura extremamente prazerosa para mim e mesmo eu tendo um pouco de repulsa pela Quilly no início, eu passei a amar essa anti-heroína com todo coração.
Recomendo a todos.
Desde adolescente ela colocou na cabeça que casaria com um velho podre de rico e viveria da melhor forma possível. Seus planos não a impedem de ir em festas, ficar com quem quiser e curtir sua juventude.
Cada um de nós se faz por sua história de vida, pela maneira como reage às coisas que lhe acontecem. A sociedade tem mania de tentar enquadrar todo o mundo em seus padrões, como se fôssemos feitos em série. Eu sou como sou, e quem não gostar que se dane.
Com o desenvolver do livro, percebe-se o quão manipuladora ela é, principalmente enquanto ela tentar fisgar o Jorge, ainda mais porque além de esposa, ele ainda tem uma amante.
Mas a surpresa, para mim, não foi esse plot e sim o outro que surge mais ou menos no meio do livro.
A autora acrescenta uma outra narradora, a Fabíola, a melhor amiga da Quilly e essa se mostra uma pessoa extremamente reprimida e invejosa. A parti daí, o livro vira uma loucura! Acontecem tantas coisas e eu me vi lendo desesperadamente e o terminando no mesmo dia.
A Quilly não entende isso. Mulheres solteiras são vistas como desprezadas. Ela deve estar é desesperada pra arrumar alguém que a queira. Na cama todos a querem, lógico, mas pra compromisso sério, jamais.
Foi uma leitura extremamente prazerosa para mim e mesmo eu tendo um pouco de repulsa pela Quilly no início, eu passei a amar essa anti-heroína com todo coração.
Jorge não gostou nem um pouco das demonstrações de carinho entre as garotas, mas o fiz ver que ser preconceituoso estava fora de moda.
Recomendo a todos.

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